Como não vou fazer reviews separadas dos outros Xenoblade, vou aproveitar essa aqui pra contar minha história com a franquia.
Conheci Xenoblade através de Super Smash Bros. for Wii U, lá por 2016, quando eu jogava esse jogo loucamente. Nele tinha o Shulk como personagem jogavel, mas na época nunca me interessei muito pelo personagem ou pela série. Em 2017, durante a apresentação do Nintendo Switch, saiu o primeiro trailer de Xenoblade Chronicles 2, e o jogo me chamou bastante atenção. Mesmo assim, acabei não jogando na época, só em 2022, quando anunciaram Xenoblade Chronicles 3, que é o jogo dessa review, que eu realmente entrei de cabeça na franquia. Fiquei tão empolgado que comprei o Xenoblade 2 e joguei do início ao fim. Curti bastante a experiência, apesar de alguns problemas, um tempo depois, joguei Xenoblade Chronicles: Definitive Edition no PC, e gostei demais.
E finalmente, no fim de 2024, joguei Xenoblade Chronicles 3
Nunca me emocionei tanto com um jogo quanto com esse. Todos os cenários, todas as músicas e, principalmente, todos os personagens fizeram essa experiência se destacar muito pra mim. Eu simplesmente amei o elenco principal — todos têm um desenvolvimento fantástico, com atidudes muito humanas, um destaque especial vai para Noah e Mio, que não só interpretam os protagonistas, mas também versões dos próprios vilões, entregando performances incríveis. E claro, a Eunie, com seu humor absurdo, que dá um charme único ao grupo, e sua dinâmica com o Taion, o mesmo vale para Lanz e a Sena.
Quando cheguei no capítulo 6, eu já sabia que aquele jogo ia se tornar um dos meus favoritos. Mas só depois de terminar a história e jogar a DLC que eu entendi: ele não é só um dos meus favoritos… ele realmente mudou minha vida.


