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Conheci a franquia MOTHER por causa de Super Smash Bros. Brawl — eu só jogava de Lucas, e por causa disso, acabei me interessando pela série.
O problema é que quase nenhum jogo saiu do Japão, com exceção de EarthBound, então jogar “legalmente” não era tão simples, acabei começando pelo Earthbound mesmo, e assim que terminei, fui direto pra MOTHER 3.. e esse jogo me pegou de um jeito que eu não esperava.
Na época, nenhum jogo “infantil da Nintendo” tinha me impactado tanto quanto a morte da Hinawa logo no começo. A reação do Flint é pesada de um jeito muito real — aquilo ali já mostra exatamente o tipo de história que o jogo quer contar.
Mas não é só isso. O resto do jogo também é incrível: cenários super criativos, acontecimentos malucos demais, cheios de personalidade, e uma trilha sonora espetacular, e falando em trilha sonora, ela não é só estética, ela faz parte do combate. O sistema de ritmo nas batalhas é facilmente um dos mais criativos que eu já vi em um JRPG.
E obviamente, o final.
O jogo te dá outra pancada, com todo o plot do Claus e do Masked Man, em uma das batalhas mais emocionantes dos JRPGS.


